segunda-feira, novembro 14, 2005

A encarnado...

Hoje vou escrever muito a cor, de vermelho vivo! Imagino-me professor corrigindo erros ou enganos, no passado.
A cor foi deixada atrás. Já não é respeitada. As faltas ainda serão a vermelho, com peso enorme, marcadas a sangue? Não sei! Mas tinha muita força, capaz de ofender!
Encontrei uma prenda de uma namorada, de há muitos anos atrás. Também tinha vermelho, mas era num coração. Transmitia força e emoção.
Na mesma gaveta estava uma almofada de carimbo, de igual cor. A pequenota manchou o dedo, de curiosa e perguntou – Pai, o que é isto?

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