sexta-feira, dezembro 30, 2005

Longe...

Pensei que sabia…pensava que podia viver assim, com mais paz e aquela folhagem estranha atrás de mim. É difícil descolar. Sabemos que são pequenas arestas que se prendem na face mais rugosa, que para não ferir se recusam a escorregar. A intenção conta uma vez mais e enruga a testa.
Tomo crença e vejo os erros e os medos, arranho fácil quando estou tranquilo. Consigo mais clareza, embora não afaste o impulso. Se me apetecesse chorava agora. Por ela, por tudo, pela fraqueza, pelo frio, por uma dúvida que vai morrendo.
Num campo, cheio de verde de conforto e ondulação, passeava o toque nas últimas palavras, mas pensadas. Pedia desculpa em silêncio, afastando o fim de ano que virá só. Preciso pensar…afastado…

2 comentários:

macaso disse...

...

bluesY disse...

o silêncio é tudo, mas não serve para as ... desculpas ...